As cidades mais esquisitas do mundo.
1-Setenil de Las Bodegas.
Vcs teriam coragem de morar em uma casinha dessas?
2-Centralia.
Esta cidade é perigosa para se viver. Não só existe um fogo que
misteriosamente queima há décadas; há realmente um perigo maior do que
isso - buracos. Moradores foram encorajados deixa-la após um menino cair
dentro de um buraco em seu quintal na década de 1980, mas cerca de dez
dos moradores originais ainda vivem lá.
3-Lily Dale.
Cidade com moradores 98% médiuns.Será que ela é um tipo de portal para outro mundo?
4- Manshiyat.
Esta cidade egípcia se parece com o que sobrou de algum tipo de desastre
natural. O lixo é espalhado pelas ruas, mas, na verdade, isso é muito
normal. As pessoas da cidade ganham a vida com a reciclagem do que o
resto do país joga fora, e eles são surpreendentemente bem sucedidos
nisso.
Há mais coisa entre o céu e a terra que a nossa vã filosofia possa imaginar
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
O caso de Edward mordrake
Edward Mordrake nasceu no século 19,e era herdeiro de um pariato na Inglaterra.Nasceu com uma deformidade ,um suposto irmão gemêo que veio só com a face colada na parte de trás de sua cabeça.Esse outro rosto não falava,nem comia.Só podia chorar e rir.
Na face flácida e desfigurada em sua nuca existia algo sombrio e assustador, algo que deixava atordoado todos que a observavam, algo que o próprio Edward classificava como sendo “Demoníaco”
Alguns relatos afirmavam que olhar a face diretamente era extremamente desconfortável, as pessoas diziam que os olhos da face expressavam inteligência e raiva e seguiam as pessoas lentamente como se estivesse estudando aqueles que visualizavam. Outros relatos apontavam para uma espécie de sorriso sarcástico que lentamente se formava na desfigurada face como se quisesse demonstrar um ódio oculto. Era quase impossível observa-la por muito tempo.
Edward sofria muito com isso,chegou a tal extremo de desespero que pediu ,á todos os médicos que conhecia uma cirurgia,para a remoção da face maligna.
Todos os medicos consultados se negaram a fazer esta cirurgia pois temiam a morte de Edward.
Alguns relatos sobre o demônio da nuca de Edward Mordrake são impressionantes. Ele afirmava que sua segunda face era o próprio Demônio, quando estava triste a face sorria e algumas vezes até gargalhava, à noite, rotineiramente, Edward era acordado na madrugada por sussurros da face deformada, eram palavrões e um choro enlouquecedor que tinham como objetivo afetar o pobre Edward.
O final da história foi trágico, Edward se matou aos 23 anos de idade, alguns afirmam que ele envenenou-se, já outros relatos afirmam que ele disparou um tiro bem entre os olhos da “Face demoníaca”.
Contudo em sua carta de despedida deixou bem claro:
“Peço que retirem esse demônio de meu corpo antes que me eternizem em terra, pois pretendo e solicito dormir a eternidade sem os lamentos do inferno”.
Seu pedido foi atendido pelos médicos Manvers e Treadwell que cuidavam do caso. Edward foi enterrado em uma cova de terra barata e sem qualquer tipo de lápide ou escultura também ao seu pedido.
E vcs o que acham ,essa face demoniaca era o que?
Fonte wikipédia e blog ASSOMBRADO(muito bom).
Na face flácida e desfigurada em sua nuca existia algo sombrio e assustador, algo que deixava atordoado todos que a observavam, algo que o próprio Edward classificava como sendo “Demoníaco”
Alguns relatos afirmavam que olhar a face diretamente era extremamente desconfortável, as pessoas diziam que os olhos da face expressavam inteligência e raiva e seguiam as pessoas lentamente como se estivesse estudando aqueles que visualizavam. Outros relatos apontavam para uma espécie de sorriso sarcástico que lentamente se formava na desfigurada face como se quisesse demonstrar um ódio oculto. Era quase impossível observa-la por muito tempo.
Edward sofria muito com isso,chegou a tal extremo de desespero que pediu ,á todos os médicos que conhecia uma cirurgia,para a remoção da face maligna.
Todos os medicos consultados se negaram a fazer esta cirurgia pois temiam a morte de Edward.
Alguns relatos sobre o demônio da nuca de Edward Mordrake são impressionantes. Ele afirmava que sua segunda face era o próprio Demônio, quando estava triste a face sorria e algumas vezes até gargalhava, à noite, rotineiramente, Edward era acordado na madrugada por sussurros da face deformada, eram palavrões e um choro enlouquecedor que tinham como objetivo afetar o pobre Edward.
O final da história foi trágico, Edward se matou aos 23 anos de idade, alguns afirmam que ele envenenou-se, já outros relatos afirmam que ele disparou um tiro bem entre os olhos da “Face demoníaca”.
Contudo em sua carta de despedida deixou bem claro:
“Peço que retirem esse demônio de meu corpo antes que me eternizem em terra, pois pretendo e solicito dormir a eternidade sem os lamentos do inferno”.
Seu pedido foi atendido pelos médicos Manvers e Treadwell que cuidavam do caso. Edward foi enterrado em uma cova de terra barata e sem qualquer tipo de lápide ou escultura também ao seu pedido.
E vcs o que acham ,essa face demoniaca era o que?
Fonte wikipédia e blog ASSOMBRADO(muito bom).
segunda-feira, 24 de março de 2014
Mas no século XIX, um costume mórbido e curioso se espalhou por diversas partes do mundo: foram as fotos "Post Mortem".
"Post Mortem" vem do Latim, significando "Pós Morte", ou após a morte.
As fotos "Post Mortem"
aparentemente tiveram origem na Inglaterra, quando a Rainha Victoria
pediu que fotografassem um cadáver de uma pessoa conhecida, ou um
parente, para que ela guardasse como recordação.
A partir desse momento, o "costume" lentamente se espalhou por diversas partes do mundo, sendo que várias familias passaram a fazer amesma coisa, guardando para si uma mórbida recordação do ente querido que havia partido.
Até os dias de hoje, por mais estranho que se possa parecer, em alguns lugares ainda se tem esse costume.
Durante o século XIX, o ato de fotografar os falecidos era bem mais comum, parecendo nos dias de hoje algo "mórbido" e sem sentido, mas naquele tempo se tornou um costume natural.
A partir desse momento, o "costume" lentamente se espalhou por diversas partes do mundo, sendo que várias familias passaram a fazer amesma coisa, guardando para si uma mórbida recordação do ente querido que havia partido.
Até os dias de hoje, por mais estranho que se possa parecer, em alguns lugares ainda se tem esse costume.
Durante o século XIX, o ato de fotografar os falecidos era bem mais comum, parecendo nos dias de hoje algo "mórbido" e sem sentido, mas naquele tempo se tornou um costume natural.
Criar álbuns com fotos
dos familiaares e amigos mortos, era uma espécie de negação da morte, ao
mesmo tempo que as fotografias tornavam-se recordações guardadas pela
família para se lembrar daqueles que se foram.
Além disso, observa-se que "fotografias" naquela época era um grande luxo, devido ao elevado preço para produzi-las e também devido à pouca quantidade de câmeras fotográficas e profissionais disponíveis.
A fotografia "Post Mortem" em si era algo bem caro, e funcionava como última homenagem aos falecidos.
No ato de fotografar a pessoa que morreu à pouco tempo, estando o corpo em estado "fresco", eram criados verdadeiros cenários elaborados com composições muitas vezes complexas de estúdio para fazer os álbuns dos mortos, e assim tornar a morte menos dolorosa.
Além disso, observa-se que "fotografias" naquela época era um grande luxo, devido ao elevado preço para produzi-las e também devido à pouca quantidade de câmeras fotográficas e profissionais disponíveis.
A fotografia "Post Mortem" em si era algo bem caro, e funcionava como última homenagem aos falecidos.
No ato de fotografar a pessoa que morreu à pouco tempo, estando o corpo em estado "fresco", eram criados verdadeiros cenários elaborados com composições muitas vezes complexas de estúdio para fazer os álbuns dos mortos, e assim tornar a morte menos dolorosa.
Em outros casos, após algum tempo do falecimento da pessoa, e ocorrido o "rigor mortis",
era necessário inventar situações complicadas para a foto ficar
natural, envolvendo a instalação de calços sob cadeiras e inclinar a
câmera fotográfica para que a cena se ajustasse a posição fixa do
cadáver.
Para essas fotos o importante era fazer parecer que os falecidos estivessem dormindo ou em posições de pessoas "vivas".
Com isso, era comum fotos com grupos de mortos e também de pessoas vivas sentados fazendo poses com cadáveres.
Em algumas montagens, eram colocadas estacas de madeira por dentro da roupa dos cadáveres, ao mesmo tempo que eram maquiados e colocados em posições como se estivessem vivos, como: em pé ao lado de familiares, sentados com pernas cruzadas em sofás, lendo livros, abraçando um ente querido, ou outra pose que fosse normal para quem estivesse vivo.
Grande parte das fotos de bebês eram coloridas artificialmente para dar um tom de vida ao cadáver das crianças.
Para essas fotos o importante era fazer parecer que os falecidos estivessem dormindo ou em posições de pessoas "vivas".
Com isso, era comum fotos com grupos de mortos e também de pessoas vivas sentados fazendo poses com cadáveres.
Em algumas montagens, eram colocadas estacas de madeira por dentro da roupa dos cadáveres, ao mesmo tempo que eram maquiados e colocados em posições como se estivessem vivos, como: em pé ao lado de familiares, sentados com pernas cruzadas em sofás, lendo livros, abraçando um ente querido, ou outra pose que fosse normal para quem estivesse vivo.
Grande parte das fotos de bebês eram coloridas artificialmente para dar um tom de vida ao cadáver das crianças.
*Observa-se que fotos "Post
Mortem" se diferem de fotos tiradas normalmente de cadáveres após
acidentes ou decomposição, pois o intuíto das fotografias e a "arte" por
trás das montagens tinham finalidades apenas sentimentais, e não de
impressionismo, como tirada por repórteres ou curiosos.
[Obs.: Rigor Mortis = Rigor
mortis é um sinal reconhecível de morte que é causado por uma mudança
química nos músculos, causando aos membros do cadáver um endurecimento
("rigor") e impossibilidade de mexê-los ou manipulá-los.
Tipicamente o rigor acontece várias horas após a morte clínica e volta espontaneamente depois de dois dias, apesar do tempo de início e duração depender da temperatura ambiente.
Na média, presumindo-se temperatura amena, começa entre 3 e 4 horas post-mortem, com total efeito do rigor em aproximadamente 12 horas, e finalmente o relaxamento em aproximadamente 36 horas.
A causa bioquímica do rigor mortis é a hidrólise do ATP no tecido muscular, a fonte de energia química necessária para o movimento.
Moléculas de miosina derivados do ATP se tornam permanentemente aderentes aos filamentos e os músculos tornam-se rígidos.
A circulação sanguínea cessa, assim como o transporte do oxigênio e retirada dos produtos do metabolismo.
Os sistemas enzimáticos continuam funcionando após algum tempo da morte.
Assim, a glicólise continua de forma anaeróbica, gerando ácido láctico, que produz abaixamento do pH.
Neste momento, actina e miosina, unem-se formando actomiosina, que contrai fortemente o músculo.]
Tipicamente o rigor acontece várias horas após a morte clínica e volta espontaneamente depois de dois dias, apesar do tempo de início e duração depender da temperatura ambiente.
Na média, presumindo-se temperatura amena, começa entre 3 e 4 horas post-mortem, com total efeito do rigor em aproximadamente 12 horas, e finalmente o relaxamento em aproximadamente 36 horas.
A causa bioquímica do rigor mortis é a hidrólise do ATP no tecido muscular, a fonte de energia química necessária para o movimento.
Moléculas de miosina derivados do ATP se tornam permanentemente aderentes aos filamentos e os músculos tornam-se rígidos.
A circulação sanguínea cessa, assim como o transporte do oxigênio e retirada dos produtos do metabolismo.
Os sistemas enzimáticos continuam funcionando após algum tempo da morte.
Assim, a glicólise continua de forma anaeróbica, gerando ácido láctico, que produz abaixamento do pH.
Neste momento, actina e miosina, unem-se formando actomiosina, que contrai fortemente o músculo.]
A seguir estão expostas
algumas fotos "Post Mortem" originais tiradas em vários países,
mostrando como eram feitos os retratos "tenebrosos" dos falecidos.
Observa-se que uma das fotos foi tirada no Brasil nos anos 1930, mostrando que o costume das fotos "Post Mortem" se espalharam pelo mundo na época:
Observa-se que uma das fotos foi tirada no Brasil nos anos 1930, mostrando que o costume das fotos "Post Mortem" se espalharam pelo mundo na época:
Pai com criança Dormindo (ambos mortos). |
Criança "morta" em pose como se estivesse dormindo. |
Menino “dormindo”: Pode ser notado o blush rosa que colocaram sobre a foto para dar aparência de vida ao morto. |
Dentro do Caixão. |
Você consegue dizer quem está morto no momento desta foto? Não é o velho. É a menina no meio. |
Criança morta colocada sobre uma cadeira, fazendo pose de como se estivesse viva. |
Bebê morto em pose de como se estivesse dormindo. |
Criancinhas mais jovens apareciam no colo de adultos vivos ou mortos ou ainda em fotos de estúdio. Como esta. |
Fotos de crianças em caixões era muito comum na época. |
Familia posando ao lado da falecida, em pose de como se estivesse dormindo no chão. Observa-se que haviam alguns petiscos na mesa ao lado. |
Pode-se notar a apreensão da garotinha, a qual estava posando ao lado do irmão morto, e que estava abraçando seu ombro como se estivesse vivo. |
Nesta foto, todas as moças que aparecem estavam mortas. A que está abaixada "olhando" para trás, estava com o rosto disfigurado. |
Esta foto "Post Mortem" foi tirada na Vila de São João Velho, ao lado do município de São João Novo - S.P. - Brasil. A data é dos anos 1930, com comentários dizendo: (Julieta Bosco e Idalina Tozzi em um enterro). |
Por incrível que pareça, esta jovem está morta, estando seu corpo apoiado por madeiras por trás de suas roupas, permitindo uma pose praticamente natural. |
Garotinha morta "posando" como se estivesse dormindo |
Garotinha morta, "posando" com suas bonecas favoritas. Tentativa de representar a realidade do dia a dia. |
Por incrível que pareça, quem está morta é a moça em pé. A sentada está viva. Este é um exemplo clássico da arte fotográfica "Post Mortem" que era utilizada na época. |
Criança em Caixão (Outro exemplo) |
Agora, após conhecer este
intrigante e assustador costume, o qual existe em alguns locais do mundo
até os dias de hoje, pergunta-se:
"Quem de vocês teria coragem de posar em uma foto "Post Mortem", ao lado de um falecido, como nos exemplos acima?
O Caso Dora: Experiência biológica extraterrestre?
O Caso Dora chama a atenção pelos
detalhes e relatos de quem conviveu com a menina. Alguns dizem ser
hidrocefalia pela imagem rara dos arquivos, outros que estudaram o caso e
as testemunhas, acreditam que seja mesmo uma experiência de ser
híbrido, confira:
A
alguns anos Roger Terry Clairfield, um norte-americano do Tennessee
estava digitalizando álbuns de fotos e teve uma surpresa ao tentar
digitalizar um antigo álbum de fotos de sua avó. Duas fotos o chamaram a
atenção, uma criança com características não humanas teria sido criada
por ela e sua bisavó.A imagem mostra a possível adoção, ou quem sabe a guarda, por parte de antigos membros daquela família de um bebê alienígena do tipo "gray", ou "cinza"- ou talvez uma criatura híbrida resultante do cruzamento ou inseminação de humanos, o que não é novidade!
Trata-se de Dora. “– Quando vi as fotos liguei imediatamente para minha avó e fiz a ela umas vinte perguntas quase que de uma só vez.” Conta Roger.
Ela me disse que Dora, o bebe das fotos, era uma criança especial incapaz de andar, falar, e verdadeiramente se comunicar de qualquer forma, mas de alguma forma sempre sabia quando ela precisava e ou queria alguma coisa.
"Dora", dotada das clássicas características dos alienígenas "Grays" (repare na ampliação, além da tradicional fisionomia alien, a ausência de orelha e o inusitado formato do crânio), era certamente um terrível segredo, muito bem guardado por aquela família.
Ela também afirmou que muitas vezes coisas estranhas aconteceram na presença de Dora, e foi como se ela estivesse usando "sua mente" telepatia ou telecinesia para obter a sua atenção, as coisas se movem sem serem tocadas e ela sempre teve uma aura brilhante ao seu redor...
A avó de Roger chamou essas capacidades puramente de "um dom", mas nunca lhe disse que sua minha bisavó tinha dado à luz a ela ou se ela foi realmente um presente de cima ou de outros lugares, tendo sido encontrada ou seja como for.
Na noite de sua morte no final de 1920, minha bisavó disse a todos que Dora iria deixá-los:
"– Dora em breve nos deixará, pois vi ANJOS flutuando acima do seu leito e eles voltarão para levá-la de VOLTA AO LAR".
”– Ainda estou impressionado com essa foto e os sentimentos que eu tenho cada vez que eu olhar para elas.”
Os velhos registros e também o relato da avó de Roger param por aí, e aquela família, com o passar do tempo e das gerações, não tocou mais no assunto até Roger econtrar a única foto de Dora.
Obviamente, tudo nos leva a crer que os tais "Anjos", de fato, vieram e a levaram de volta ao seu VERDADEIRO LAR, que, por sinal e decididamente, não devia estar situado neste nosso pequeno e tão inusitado mundo!
Certamente que Dora, por algum motivo foi uma experiencia biológica como muitas outras em casos de abdução com que ao invéz de ter sido criada pelos extraterrestres, por alguma razão, até certo ponto foi criada pela sua familia humana.
Em todos os casos e relatos de abdução para reprodução ou experiencias biológicas, sempre que a aduzida é novamente abduzida anos depois no intuito de vera criança gerada, a mesma é perfeita e inteligente... Mas Dora era defeituosa. Será que por isso, esses seres, por pura conveniência preferiram descartar a “experiência falha” até o desencarne do defeituoso bebê.
Não se espantem de terem vindo buscá-la depois da morte, para se viajar pelo espaço eles conseguem manipular a luz, o tempo e o próprio espaço, mudam da dimensão material para outras mais sutis em vibração mais rápida... O que chamamos de mundo dos espíritos, para os viajantes do espaço é só uma questão de vibração.
10º - A mulher Babushka
Em 1963, durante as investigações da filmagem do assassinato de John F.
Kennedy, uma mulher misteriosa que trajava um sobretudo marrom e um
lenço na cabeça foi identificada. Ao que tudo indica a mulher estava
segurando uma câmera em frente a seu rosto; sua imagem foi visualizada
em diversos momentos, inclusive após o tiroteio em que muitas pessoas
saíram correndo. O FBI pediu publicamente que a mulher se apresentasse
para dar-lhes as filmagens, mas ela nunca o apareceu. Sete anos
depois, uma mulher chamada Beverly Oliver se apresentou afirmando ser a
mulher Babushka, mas sua história possuía uma grande quantidade de
incoerências. Até os dias atuais ninguém possui nenhuma pista sobre a
identidade daquela mulher e o que ela estava fazendo lá.
|
9º - O Assassino do Zodíaco
|
O assassino do zodíaco cometeu seus crimes durante dez meses na
Califórnia, no final dos anos 60. De acordo com as investigações o
assassino seria responsável por cinco mortes e por ferir duas pessoas. O
assassino teria enviado três cartas a jornais da Califórnia em que
afirmava que através de algumas cifras ele revelaria sua identidade.
Apesar disso os assassinatos nunca foram resolvidos.
|
8º - O Triângulo das Bermudas
|
O triângulo das Bermudas é uma localidade no norte do oceano Atlântico
onde um número expressivo de aviões e barcos desaparecem em
circunstâncias misteriosas. Várias explicações já foram dadas para
tentar justificar a série de desaparecimentos incluindo mal tempo,
abduções alienígenas e suspensão das leis da física. Apesar das
especulações nenhuma explicação foi encontrada para os desaparecimentos
em grande número.
|
7º - Jack, O Estripador
|
Imagem original da carta enviada ao jornal
Na época a polícia tinha vários suspeitos, entretanto nunca foram
encontradas provas suficientes para incriminar um dos suspeitos ou
nenhum vestígio realmente irrefutável nas cenas dos crimes. Mesmo com
toda a tecnologia empregada nas investigações modernas, até hoje
ninguém sabe quem é o estripador.
|
6º - O Manuscrito de Voynich
|
O Manuscrito de Voynich é um documento da era medieval que foi escrito
em uma língua desconhecida. Há mais de cem anos vários especialistas
vêm tentando decifrar os códigos, mas nenhum resultado foi obtido até
então. As primeiras impressões revelam que o documento pode ter alguma
relação com o início da medicina moderna. O documento apresenta ainda
ilustrações que sugerem que este pertencia a um livro dividido em
partes com informações de ervas, astronomia, receitas biológicas,
cosmologia e ensinos farmacêuticos.
|
5º - Conde de Saint Germain
|
O conde de St. Germain era um inventor, aventureiro, cientista amador,
violonista e cavalheiro misterioso; praticava ainda a alquimia. Era
popularmente conhecido como "Der Wundermann”; homem de origem
desconhecida e que desapareceu sem deixar pistas. Desde o seu
desaparecimento diversas organizações secretas passaram a utilizá-lo
como uma figura modelo ou mesmo com poderes divinos. Seu paradeiro é um
mistério.
|
4º - Black Dhalia
|
O corpo de Elizabeth Short foi encontrado em 1947, partido em dois
pedaços em um estacionamento em Los Angeles; na época ela tinha 22
anos. O apelido de Black Dahlia foi fruto de uma "brincadeira" com um
filme popular naquela década, A Dália Azul. Diversos rumores correram
na época sobre o assassinato e seus assassinos, mas a investigação –
uma das maiores da história de Los Angeles – nunca chegou a nenhum
culpado.
|
3º - Ruídos de Taos
|
O “Taos Hum” é um ruído de baixa frequência que pode ser ouvido em
diversas localidades do planeta, principalmente nos Estados Unidos,
norte da Europa e Reino Unido. Normalmente o som é ouvido em ambientes
silenciosos, e foi descrito como semelhante ao barulho de um motor a
diesel distante. O estranho ruído já foi captado por microfones e por
antenas VLF, entretanto a natureza desses sinais sonoros ainda é um
mistério. E até hoje ninguém sabe os motivos do ruído ouvido em maior
intensidade na cidade de Taos, Novo México.
|
2º - Maria Celeste
|
Em 1860 o Maria Celeste foi lançado na Nova Escócia. Com o nome
original de “Amazon”, a embarcação de aproximadamente 280 toneladas
esteve envolvida em diversos acidentes no mar ao longo dos 10 anos que
se seguiram. Posteriormente foi peça de um leilão em Nova York;
comprado por 3 milhões de dólares, passando por alguns ajustes e sob
registro americano passou a ser denominado de “Maria Celeste”.
No dia 7 de novembro de 1872 o navio saiu de Nova York levando a bordo o
capitão Briggs, sua esposa, sua filha pequena e uma tripulação formada
por oito pessoas. O navio transportava um carregamento de álcool e
tinha como destino final Genova, Itália. Depois disso a tripulação
nunca mais foi vista. Posteriormente o navio foi encontrado no meio do
Estreito de Gibraltar; todos os documentos dos tripulantes, exceto do
capitão, foram encontrados.
Na Espanha, em 1873 apareceram relatos de que haviam sido encontrados
os restos mortais da tripulação do “Maria Celeste”, entretanto os
corpos nunca foram identificados.
|
1º - O Sudário de Turim (Santo Sudário)
|
O sudário de Turim é um pano de linho que possui a imagem de um homem
que aparentemente morreu crucificado. Para os católicos este tecido foi
a mortalha de Jesus Cristo. Muitas análises científicas já foram
realizadas, entretanto nenhuma dessas pesquisas conseguiu explicar como
a imagem foi impressa no pano. Alguns testes com radiocarbono também
foram realizados na tentativa de estimar a “idade” aproximada da
mortalha, mas existem divergências entre os cientistas sobre a
utilização desse método de datação. O que ficou provado foi que o tecido
é muito novo para ser da época de Jesus Cristo.
Além desse, existe o Sudário – pano que foi utilizado para cobrir a
cabeça de Cristo no túmulo. Em 1999, Mark Guscin (membro da equipa de
investigação multidisciplinar do Centro Espanhol de Sindonologia)
conduziu um estudo com o objetivo de investigar a relação entre os dois
tecidos. Sua análise tomou como base fatores como: a história, a
patologia forense, química do sangue e os padrões de manchas. O
pesquisador concluiu que os dois panos cobriram a cabeça em momentos
distintos, mas com relação à proximidade temporal. Avinoam Danin -
pesquisador da Universidade Hebraica de Jerusalém - concordou com a
análise e acrescentou que os grãos de pólen no Sudário correspondem aos
do Sudário de Turim.
O Santo Sudário já foi alvo de vários canais de TV que produzem
documentários, contando com o auxílio de centenas de especialistas do
mais alto gabarito, mas até então ninguém conseguiu provar de que
maneira as manchas apareceram no pano, mesmo usando as mais modernas
tecnologias existentes no mundo.
10. O sumiço de Walter Collins
9. O caso da Rua Cuba
Walter Collins
tinha nove anos de idade quando desapareceu em Los Angeles (EUA) em
março de 1928. Uma campanha nacional para localizar o garoto iniciou-se e
cinco meses depois um menino apresentou-se à polícia de Illinois
dizendo ser ele. Mas tratava-se de um impostor logo desmascarado por
Cristina Collins, a mãe de Walter. No entanto, a polícia de Los Angeles
ávida por encerrar o caso acusou Cristina de desequilibrada e ela acabou
passando alguns dias internada à força em uma instituição psiquiátrica,
enquanto o impostorzinho confessava a farsa à polícia. As investigações
levavam a crer que Walter poderia ter sido vítima do serial killer
Gordon Stewart Northcott, que havia sido recentemente preso pelos crimes
que ficaram conhecidos como “assassinatos do galinheiro de Wineville”.
No rancho em que Northcot morava foram encontrados corpos de três dos 20
meninos que haviam desaparecidos na região. Northcot assumiu o
assassinato de todas as crianças, inclusive Walter, mas voltou atrás
neste caso. Anos mais tarde um dos garotos desaparecidos, e que Northcot
teria confessado o assassinato, apareceu vivo e isso aumentou as
esperanças de Cristina Collins na busca por seu filho. Walter nunca foi
encontrado e a história do seu desaparecimento inspirou o filme “A
Troca” (2008), dirigido por Clint Eastwood, com Angelina Jolie no papel
de Cristina Collins.
![]() |
| O filho Jorge |
Na véspera do Natal de 1988, o casal Maria Cecília e Jorge Toufic Bouchabki
foram assassinados no interior de sua residência, localizada no número
109 da Rua Cuba, em um dos bairros mais ricos de São Paulo. Sem
encontrar sinais de arrombamento na casa e sem achar a arma do crime, os
investigadores suspeitaram que o assassinato poderia ter sido cometido
pelo filho mais velho do casal: Jorge Delmanto Bouchabki,
que tinha então 19 anos. No entanto, a polícia e a promotoria não
reuniram provas consistentes contra ele, segundo a análise do juiz
encarregado, e o caso foi arquivado em 1991. Dez anos após os crimes,
logo depois da prescrição do caso, uma das empregadas da família na
época da tragédia mudou o seu depoimento para os promotores.
Inicialmente ela havia falado que o relacionamento familiar era
harmonioso, mas uma década depois relatou à Promotoria que na véspera do
crime houve uma discussão entre Jorginho e a mãe por conta da namorada
do rapaz. Segundo a empregada, a discussão teria terminado com a mãe
agredindo o filho com um taco de sinuca e ele gritando que ela iria se
arrepender por ter batido nele. A empregada não revelou porque resolveu
mudar seu depoimento e até hoje o mistério do assassinato dos Bouchabki
não foi desvendado.
Em
maio de 2007 a família britânica McCann passava férias em Portugal. Na
noite do dia 3 o que era para ser uma viagem dos sonhos transformou-se
em pesadelo. A filha do casal, Madeleine, de quatro
anos de idade, teria desaparecido de dentro do hotel onde estavam
hospedados, enquanto os pais jantavam no restaurante. Primeiro
suspeitou-se de sequestro o que levou a uma imensa campanha e ao
interrogatório de quase 150 pessoas, mas a seguir a polícia portuguesa
passou a desconfiar dos pais da menina e os acusou por ocultação de
cadáver, após uma possível morte acidental da menina. No entanto, depois
de 14 meses de investigação a acusação contra os pais de Madeleine
acabou arquivada por falta de evidências segundo a Justiça portuguesa. O
casal McCann continua com esperanças de encontrar a menina e mantém uma
campanha para localizá-la, inclusive com a divulgação de retratos
falados de seus possíveis sequestradores.
PC Farias foi uma das figuras mais sombrias da História do Brasil. Paulo César Farias,
seu nome de batismo, foi tesoureiro da campanha que levou Fernando
Collor à Presidência do país. Nessa posição ele foi o operador de um dos
mais escandalosos casos de corrupção no Brasil, o chamado esquema PC,
que teria movimentado cerca de R$ 1 bilhão, segundo as
investigações. Com esse histórico, PC era uma eminência parda, um
arquivo vivo, com muitos inimigos. Em 23 de junho de 1996, PC e sua
namorada, Suzana Marcolino, morreram na casa de praia
dele em Alagoas em circunstâncias misteriosas. A versão logo divulgada
pela polícia local falava em crime passional, no qual Suzana teria
matado PC e cometido suicídio a seguir. No entanto, as evidências
colocam muitas dúvidas sobre essa possibilidade. Nem os cinco seguranças
nem o caseiro teriam ouvido os disparos, a cena do crime não foi
preservada e a trajetória das balas punha em xeque a tese de crime
passional. O irmão de PC, o empresário e então deputado Augusto Farias,
chegou a ser indiciado, mas o caso permanece sem solução.
Este está mais para um caso de paranormalidade do que para as páginas policiais. Mas a bizarra morte de Jeannie Saffin
em setembro de 1982, na Inglaterra, acabou tendo que ser investigada
pela polícia tal a estranheza das circunstâncias em que ocorreu. Saffin,
portadora de deficiência mental, tinha 61 anos de idade e estava
dormindo sentada na cozinha quando seu corpo foi dominado por chamas,
que saíam principalmente de sua boca e mãos. O pai de Saffin e seu
enteado conseguiram apagar as chamas e chamaram os paramédicos. Saffin
permaneceu oito dias em coma até morrer. As investigações policiais não
foram conclusivas quanto ao que causou o incidente. Saffin tornou-se um
dos exemplos de casos de combustão humana espontânea, um fenômeno tão
bizarro que somente uma mente brilhante como a de Edgar Allan Poe a
poderia decifrar.
Em julho de 1954, um crime chocou os Estados Unidos. O neurocirurgião Sam Sheppard
teria assassinado sua esposa Marilyn, de 31 anos que estava grávida,
enquanto o filho de sete anos do casal dormia no quarto ao lado.
Sheppard alegou inocência e afirmou que um homem teria invadido sua
casa, o atacado, deixando-o inconsciente, e então assassinado Marilyn. O
médico foi julgado e condenado a prisão perpétua. O caso recebeu uma
enorme cobertura midiática, com muitos veículos pressionando pela prisão
de Sheppard. Em seu apelo à Suprema Corte, ele alegou que essa
publicidade teria influenciado o julgamento. Após dez anos preso,
Sheppard teve um novo julgamento, no qual foi absolvido. Desde então ele
e sua família empreenderam um esforço para encontrar aquele que seria o
verdadeiro assassino de sua esposa. A história de Sheppard inspirou uma
série televisiva nos anos 60 e depois o filme “O Fugitivo” (1993),
dirigido por Andrew Davis, com Harrison Ford no papel do neurocirurgião.
Apesar de todas as reviravoltas, o assassinato de Marilyn Sheppard
continua um mistério.
A
morte de um casal de adolescentes, enquanto namoravam no carro
estacionado em uma área rural na Califórnia (EUA), em dezembro de 1968,
anunciava o horror que se instalaria na região. O medo crescia com uma
série de cartas com pistas codificadas que o assassino endereçava aos
jornais de San Francisco. Com conteúdos provocadores em relação à
polícia elas foram a marca registrada de um serial killer que ficou
conhecido como o Zodíaco. Entre 7 e 12 pessoas teriam
sido vítimas dele, principalmente no período que se estendeu até outubro
de 1969. Nos anos seguintes alguns crimes e cartas codificadas e
provocativas chegaram a ser atribuídas a ele. Vários suspeitos foram
presos, mas alguns investigadores acreditam que o Zodíaco pode ainda
estar vivo em alguma parte da Califórnia. A história inspirou o filme
“Zodíaco” (2007), direção de David Fincher, com Jake Gillenhaal.
Em 1947, Elizabeth Short era uma aspirante a atriz em Hollywood chamada de Dália Negra
por conta de seu cabelo e roupas negras. Aos 22 anos de idade ela foi
brutalmente assassinada. Seu corpo foi encontrado mutilado, dividido ao
meio e com todo o sangue drenado em um estacionamento em Los Angeles.O
Departamento de Polícia nunca conseguiu solucionar o caso, apesar dos
vários suspeitos que investigou e de cerca de 50 confissões que recebeu e
que considerou falsas, vindo provavelmente de gente em busca de fama
graças a notoriedade que o caso ganhou. O escritor James Ellroy, um dos
autores mais importantes do romance policial norte-americano
contemporâneo, escreveu um dos melhores livros inspirados no caso. A
partir dele, Brian de Palma dirigiu o filme “A Dália Negra” (2006).
Esse
é sem dúvida um dos casos policiais mais famosos, importante e que mais
alimentou teorias da conspiração. Não é o típico caso sem solução,
afinal um suspeito, Lee Harvey Oswald, foi preso e
acusado do crime. Mas nem todo mundo ficou convencido de que Oswald
tenha sido o verdadeiro culpado ou agido solitariamente.Para muitos, ele
foi apenas uma peça numa conspiração que, dependendo da versão,
envolvia da Máfia a misteriosas agências governamentais que estavam
tendo seus interesses contrariados pela administração Kennedy. Um dos
filmes sobre o tema que mais alimentou a imaginação dos que acham que há
muito mais sobre esse assassinato do que dizem as conclusões oficiais é
“JFK” (1991), dirigido por Oliver Stone.
Descobrir
quem foi o serial killer que assombrou Londres no fim do século 19 é
sem dúvida o maior de todos os mistérios policiais que existe. Em 1888,
pelo menos cinco prostitutas foram brutalmente assassinadas no bairro de
Whitechapel por um maníaco que ficou conhecido como Jack, o Estripador.
A polícia nunca conseguiu chegar a uma conclusão, apesar das
investigações, e várias hipóteses sobre a verdadeira identidade do
assassino têm sido levantadas. Nelas entre os suspeitos aparecem do
príncipe Albert Victor, neto da Rainha Vitória, até Sir William Gull,
médico da realeza britânica na época. Em 2002, a escritora Patrícia
Cornwell investiu US$ 4 milhões numa investigação particular que a levou
a concluir que o verdadeiro Jack, o Estripador, foi o pintor Walter Sickert, conforme ela demonstra no livro “Retrato de Um Assassino – Jack, o Estripador: caso encerrado”.
Arquivo extraído do blog Diamante Bruto.
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